Sem chance. Se têm coisas que não deixam margem a dúvidas, são as leis da natureza.
Tanto no campo da física quanto da biologia. Ninguém questiona conceitos como positivo  e negativo, animal e vegetal, quente e frio, rígido e flexível, saliências e reentrâncias. Porque então haveríamos de questionar machos e fêmeas. Em todas as espécies animais, incluindo o homem, já é bem demarcado esse conceito. Acontece que a sociedade não só a brasileira mas universal, evoluiu em conhecimentos e pensamentos teóricos porém jamais poderão inverter verdades pétreas. Convivemos agora com a novidade denominada Ideologia de Gêneros, segundo a qual não se deve educar as crianças de acordo com sua condição biológica de menino ou menina, mas de maneira neutra até que venham a fazer a tal escolha. Convenhamos, a descoberta da sexualidade pelas crianças queiramos nós ou não, é influenciada pela família onde ela tem pai e mãe, irmão e irmã. Pelo convívio social onde assimilam com facilidade as condições de menino e menina.  Não há como nem porque tapar o sol com a peneira e não se pode apontar vantagens práticas nisso. A lei natural é clara: Macho nasce macho e fêmea nasce fêmea. A natureza é soberana, posto que é a face visível e palpável do próprio Deus.

Desvios podem ocorrer. Existem malformações congênitas como intersexos e hermafroditismo que são raros. Porém, o que ocorre com mais frequência são desvios de personalidade influenciados pelo ambiente, amizades e convívio social. Não é uma matéria fácil de se discutir. No entanto não vejo vantagens práticas para nos preocuparmos e envolvermos todas as crianças na prevenção de um problema que pode vir a ocorrer com uma pequena percentagem delas. Não há porque tornar obrigatória essa conduta nem coloca-la nas leis brasileiras. A própria natureza vai se encarregar de apontar os desvios. Então vamos dar apoio psicológico, trata-los sem discriminação, encoraja-los em suas opções. Não podemos deixar um assunto tão sério ser simplesmente uma questão de “escolha”. Devemos encara-lo com toda a responsabilidade mas sempre como exceção, nunca como regra geral. Como o nome já diz “ideologia de gêneros” trata-se de um ponto futuro. É como uma minoria idealiza que deveria ser. Mas é contra as leis da natureza, e da família, além de ser um claro desafio ao criador.

AVP – OUT/2017

4 Comentários

  1. A ideologia de genero, como qualquer outra, sobreviverá pela absorvicão ou morrerá pela rejeição popular. Pois não se pode extinguir ideias, mas sim combatê-las. E essa é uma ideia infrutifera, pois trata da expectativa cultural e social para o ser humano como algo nocivo, sem delinear nenhum beneficio que poderia advir de uma mudança de mentalidade ou de comportamento.

    Curtir

  2. Bom dia, amigo Ailton. Quero primeiro agradecer a sua visita no meu cantinho no Saber na Rede. Em seguida deixar um comentário sobre o seu texto. Muito pertinente diante dos dias que vivemos. Realmente esses temas viram polêmicas porque as pessoas passaram a dar valor demais por questões pessoais em detrimento das questões gerais. Quando a educação partia da família era mais fácil viver. Quando a família abriu mão da educação diante das dificuldades da variadas da vida, tudo virou polêmica, porque as opiniões diversas ganharam força diante dos conceitos que aprendemos. E também discuto o respeito que as pessoas perderam pelo outro. O meu direito termina onde o do outro começa, mas as partes não vêem assim, porque isso tantas guerras, discussões, mortes por coisas que podem ser evitadas. Cada ser humano, no seu determinado momento, vai fazer perguntas e procurar respostas, há tempo para tudo. Peço desculpas por me alongar. Abraços.

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s