Não há como evitar a propagação de agentes nocivos à saúde. Sejam eles, vírus. fungos ou bactérias. Mais dia, menos dia, com maior ou menor velocidade, vão atingir uma distribuição planetária, a não ser que a própria natureza lhes imponha barreiras climáticas, ou de algum outro tipo. A mobilidade dos seres humanos é muito grande. Há circulação de turistas, imigrantes,  agentes de negócios, tripulações aéreas e marítimas, refugiados e outros,  por todos os cantos da terra. Cada um deles pode levar estes agentes de um lugar para outro, estando sintomáticos ou não. No entanto, na prática, o que se observa primeiro, é a propagação do medo e as vezes do pânico. As comunicações em tempo real via redes sociais por exemplo, facilitam para que as aflições circulem antes mesmo das informações. Cada uma dessas ameaças invisíveis apresentam um padrão de agressividade variável e centram suas preferencias em determinados grupos da população. Os idosos, crianças, pessoas debilitadas, imunodeprimidas, com doenças crônicas formam o grupo de maior incidência. Estes, portanto, são os que merecem maior atenção por parte das autoridades de saúde. Quando ocorrem essas pandemias, soa um alarme em muitas  instituições de ensino e pesquisa, dando a partida para estudos urgentes de identificarão, mapeamento  e combate a estes inimigos. Muitos grupos de pesquisa  e grandes laboratórios, juntam seus esforços a outros, de outros países no intuito de criar armas de combate ao inimigo o mais rápido possível. Não há tempo a perder, porém o trabalho é longo e difícil. Descobrir e sintetizar um antibiótico novo, um antiviral, ou mesmo produzir uma vacina não é trabalho de curto prazo. As vezes leva anos. Nesse meio tempo, cada pessoa deve se auto-impor a missão humanitária de ajudar ao próximo, pelo menos enquanto a solução definitiva não vem. Primeiro tendo  calma e serenidade, evitando deslocamentos desnecessários, aglomerações, e acima de tudo ajudando a cuidar do grupo de risco. Mantenham idosos, crianças e pessoas debilitadas hidratados, aquecidos, e bem alimentados. Evitem que participem de reuniões ou se exponham em demasia aos visitantes. Transmitam informações de fontes seguras, evitando uma situação de pânico. O resto é com Deus e com a ciência. Vamos em frente. que a vida não pode parar.

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