O VÔO DO BESOURO…

          Tem uma pequena história popular a respeito da discussão científica sobre o vôo do besouro. Depois de exaustivas pesquisas involvendo cientistas nacionais e internacionais, restou provado cientificamente, que: “As asas do besouro são assaz delgadas e frágeis, portanto, insuficientes para sustentar no ar seu enorme corpanzil”. No entanto, o besouro não sabendo disso, voa lépido e fagueiro para todos os lados.  Assim também tem se comportado a comunidade científica ao analisar os efeitos terapêuticos da Hidroxicloroquina (HCQ) no combate à pandemia de corona vírus. Enquanto as instituições oficiais de pesquisa seguem rigorosamente os protocolos e prazos para homologação e autorização do uso desta substância, ela já está sendo administrada em um grande número de pacientes, inclusive notórias autoridades, que por vias empíricas ou não têm apresentado resultados muito animadores. As vezes é preciso que as instituições sanitárias sejam um pouco mais pragmáticas. A referida substância é conhecida e utilizada há séculos, sendo seu uso mais comum no combate à malária e ao Lúpus, doença autoimune de grande relevância. Seus efeitos colaterais graves são raros e geralmente relacionados ao uso prolongado. De forma que: enquanto afirmam os cientistas que ela não tem eficácia comprovada para o combate ao vírus, e que seus efeitos colaterais podem ser graves. A Hidroxicloroquina não sabendo disso vai curando doentes pelo mundo a fora.  Ora pois, se ainda não existe vacina específica, nem um tratamento revestido da segurança esperada pela ciência. É de se esperar que seja autorizado o que está dando certo. Isso nos remete também ao antigo ditado popular : “quem não tem cão, faz o gato latir”.

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