SONETO DA VOLTA

Ao vento lanço meu grito

A ecoar pelos recantos

Cheio de esperança de secar o pranto

E ajudar aquele que estiver aflito

 

Tempo sombrio ao nosso redor

Nos fez arredios por puro temor

Altivo me encontro preparando a volta

Confio no acaso, na sorte, no amor

 

Soldado vivo me lanço à batalha

Deixo a trincheira da solidão

Sem esperar passivo a mortalha.

 

De corpo e alma me exponho ao perigo

A quem possa, levarei alento

Esperando de volta um abraço amigo

 

AVP-21/04/2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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