Vivo um turbilhão de sentimentos

Esperando a paz que ainda não veio

Me escondo de algo que não vejo

Me espanto com sons que não escuto

Trêmulo me esquivo a cada vulto

E triste me curvo ao firmamento

Onde está aquele que dizem brasileiro?

Não se importa com seus filhos rastejantes?

Será uma prova, um ensaio com propósito

De torna-los menos tolos e arrogantes?

De mostrar que todos são medidos

Pela régua exigente da igualdade

Cada um valendo apenas um ser humano

Independente de posses e vaidades

Quem sobreviver a tempestade

Não será mais o mesmo com certeza

Terá mais amor ao próximo e viverá com mais leveza

 

AVP-08/05/2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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