O pelo da pele é pintado a pele do pelo é lisa

O pelo no vento eriça

O elegante felino pela savana desliza

A presa, ainda livre, tenta

achar abrigo seguro

As garras do bicho abatem

O bicho já sem futuro

E não é por malvadeza

Nem por instinto de posse

Bem ao contrário  do  homem

Segue as lei da natureza

Só mata quando tem fome

O homem  vai trabalhar sem esperar pelo sol

Já segue a trilha com medo

Do predador atacar

De repente ele aparece

É outro da mesma espécie

Toma tudo e foge arisco

Mas antes de se afastar

Vira mira atira e mata, pelo prazer de matar

AVP/MAIO/2020

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