O que sinto na alma se parece com dor

Mas não chega a ser dor

Uma inquietude, aquela dos confinados

Querendo ouvir o ecos dos passos

Nas ruas calçadas e becos

Nas madrugadas sem lua

Faz falta o contato o abraço

A magia dos sorrisos

O calor dos hálitos condimentados

Tudo que me faça sentir vivo

Numa espécie de torpor espero

Que quando a porta se abrir

Um facho de luz e me desperte

Resgatando-me deste estado inerte

E indicando a direção da rua

Me solte para a plena liberdade

A salvo das sombras da insanidade

Proponho um brinde a esperança

Menina travessa quem entra e sai nos meus dias

Quando sai leva todo o meu viço

Quando entra me traz a certeza

De que a vida vai melhorar um dia

E aí, adeus tristeza! E esqueçamos tudo isso…

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